Que tipo de iluminação posso escolher?

Definir a luz de um espaço parece uma missão simples… à partida.

Assinalar um ponto no teto onde ficará a instalação para o candeeiro, eventualmente pensar nalguns pontos na parede. E missão cumprida!

Para que o resultado final corresponda ao que imaginou, é importante olhar também para o local de aplicação, e para o tipo de iluminação que quer.

Escolher errado pode implicar refazer a instalação elétrica, o que por vezes já não é possível. A primeira etapa é, então, definir o local onde vai instalar a iluminação – interior ou exterior, neste caso resistente à chuva, sol, vento e frio.

Se olhar para a iluminação interior, onde existem mais opções, vai encontrar:

 

Iluminação suspensa

A mais habitual, aplicada no teto em espaços onde a altura da divisão é elevada.

 
 
Iluminação de aplique na parede

Para situações em que pretende iluminação indireta, ou quando a divisão tem um pé direito baixo, ou mesmo em situações onde não é possível colocar iluminação no teto.

 

 

Iluminação encastrada

Quando existe um teto falso, ficando a iluminação nivelada com o teto e com partes invisíveis no interior do tecto.

 

Iluminação saliente

Em divisões em que não existe teto falso ou onde se pretende voluntariamente assumir a saliência da iluminação.

 
Iluminação de pavimento

Também conhecidas por up-lights, permitem fazer um “varrimento” da parede e iluminar a fachada e os elementos à sua volta. 

 
 
 
Iluminação decorativa ou portátil
Serve como complemento na decoração de um espaço e ajuda a criar ambientes, sendo muito versáteis na sua colocação.
 
 
 

 

 

Pensar na iluminação antecipadamente vai permitir que prepare a instalação eléctrica, para depois criar o ambiente que pretende.

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Fotografias: candeeiros disponíveis na João Lopes Iluminação.